12.22.2009
Bem-haja ao tipo que gravou isto, embora os que estão à minha frente nos concertos a fazer vídeos e fotos me metam sempre muitos nervos.
12.01.2009
Sorte + Mundo =
Quem trabalha na área da intervenção social apercebe-se, a dada altura, da inexorabilidade caótica que define a vida. Sem desprezar a possibilidade do sopro divino que provavelmente nos guia, não podemos cegar-nos à realidade circundante e compreender a sorte que temos em fazer parte do Universo. Desde a sopa primitiva até agora, são infinitos os momentos que possibilitaram a humanidade e cada um dos indivíduos que habitam o planeta. Cada cometa, nebulosa, estrela, mamífero, pó, réptil, amiba, sentimento, movimento, tudo… Tudo faz parte de um carrossel anárquico que tentamos, muitas vezes sem resultado, enfeixar nos nossos constructos positivistas.
Pois eu também tenho tido muitas sortes na vida. Entre elas a sorte de ter decidido estudar psicologia. Em Lisboa. No Campo Grande. Na Lusófona. Numa das turmas da tarde. Só assim conheci a Carlita. Só assim conheci a moça de quem só me consegui aproximar (no 3º ano) depois de providenciais estágios que me impediram de levar a merecida banhada ao fim de umas quantas tentativas… Não dizer as baboseiras erradas, aproximar-me nas alturas certas, escolher o vinho errado com o efeito certo, oferecer as flores mais bonitas, partilhar as músicas essenciais, rir de filmes improváveis… Todos estes golpes de sorte levaram a que a Carlita dissesse que sim ao meu pedido de casamento. No dia 12 de Dezembro, tudo indica, será outro dia de sorte. Espero que mais sortudo do que este em que tentei desajeitadamente explicar como o amor é um filho feliz do acaso, que merece ser festejado de forma ribombante como vamos fazer no dia 12.
Pois eu também tenho tido muitas sortes na vida. Entre elas a sorte de ter decidido estudar psicologia. Em Lisboa. No Campo Grande. Na Lusófona. Numa das turmas da tarde. Só assim conheci a Carlita. Só assim conheci a moça de quem só me consegui aproximar (no 3º ano) depois de providenciais estágios que me impediram de levar a merecida banhada ao fim de umas quantas tentativas… Não dizer as baboseiras erradas, aproximar-me nas alturas certas, escolher o vinho errado com o efeito certo, oferecer as flores mais bonitas, partilhar as músicas essenciais, rir de filmes improváveis… Todos estes golpes de sorte levaram a que a Carlita dissesse que sim ao meu pedido de casamento. No dia 12 de Dezembro, tudo indica, será outro dia de sorte. Espero que mais sortudo do que este em que tentei desajeitadamente explicar como o amor é um filho feliz do acaso, que merece ser festejado de forma ribombante como vamos fazer no dia 12.
11.26.2009
Tanta muleta para tão pouco coxo
É impressão minha ou o "agora" é o novo "isto é assim"? Do mal o menos, não fere tanto a bigorna.
11.25.2009
Armadão cheio de advérbios de modo leva malha argumentativa de tipo iletrado
"Eu não vejo nada disso pá."
11.24.2009
11.21.2009
11.20.2009
Amizades longas
Há amizades que não sendo de presença obrigatória, se mantêm com piscar de olhos nos interstícios do tempo. Sabrina Audrey Malbran emprestou-me um dos poucos álbuns com que me arrepiei quando o ouvi: Alice in Chains Unplugged. Um dia também tocámos piano a quatro mãos, mas já não me lembro da peça. Este é o blog dela.
11.19.2009
Dar hipóteses
Um gajo como eu ouve os Dead Combo, Linda Martini, Legendary Tiger Man e às vezes dá uma hipótese àqueles atravessados do Indigente onde em 150 bandas se aproveitam duas, mas todos os que lá vão falam como se fossem o próximo Mick Jagger. O que me divirto a ouvir aquilo... Uma vez havia uma banda à qual eu não achava grande piada, ou melhor, não achava piada nenhuma mas que iam ser um sucesso internacional mais ao nível europeu. Eram os Turbojunkie. Paz à sua alma. A única banda a sério que saiu dali são os Ithaka e era só um gajo que claro, era americano.
Mas bom, oiço aqueles que disse ali em cima e gosto e tudo, mas depois vem um álbum como este dos Them Crooked Vultures e a pequenez roqueira nacional regressa à toca habitual.
Conto apenas com o novo álbum do Samuel para me devolver o optimismo. Quando sai isso?
Mas bom, oiço aqueles que disse ali em cima e gosto e tudo, mas depois vem um álbum como este dos Them Crooked Vultures e a pequenez roqueira nacional regressa à toca habitual.
Conto apenas com o novo álbum do Samuel para me devolver o optimismo. Quando sai isso?
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