12.17.2011
12.15.2011
They definitely did it better
"Como se houvesse alguma dúvida, confirmo que o blogue não funciona para mim como nenhum tipo de terapia e, afinal, nem sequer como um diário. O meu blogue é um passatempo, um laboratório de experiências, uma coisa engraçada, um brinquedo"...
A Bomba Inteligente.
A Bomba Inteligente.
A blogosfera foi o quê?
Em tantos anos de blogosfera, só neste blog vão 7, o melhor passou lá fora. Tantos e tão bons blogs que não me atrevo a linká-los. Mas falar deles sem link, seria má educação, aprendi algures.
12.12.2011
12.02.2011
O sentido inverso
Não é por a vida não ter sentido que devemos sentar-nos, chorar e lamentar o inenarrável caos eterno, para nós fugaz caos imperceptível. A vida sem sentido responsabiliza-nos a construir momentos e emoções que contradigam o inferno pseudo-existencialista. Não é por ser absurda que deixa de ter valor. Sem um sentido, desafiemo-nos a inventar milhares de razões preciosas.
11.16.2011
Os reclames da espanhola
Quando era puto via muita TVE. Os dibujos animados eram mais fixes e a séries como o McGyver ou o Kitt chegavam primeiro. Havia um preço a pagar: a publicidade espanhola era inusitadamente parva, histriónica e bacoca. Só no Natal é que o ecrã se inundava de brinquedos dando algum gozo ao intervalo do Barrio Sesamo.
Fui-me afastando da TVE e a irrisória qualidade da publicidade espanhola foi-se tornando um auto-mito: "seria assim tão má, ou são falsas recordações de infância?". Com o Top Gear na Discovery voltei a contactar com a publicidade do outro país da península. Os reclames são mesmo/continuam ridículos.
Fui-me afastando da TVE e a irrisória qualidade da publicidade espanhola foi-se tornando um auto-mito: "seria assim tão má, ou são falsas recordações de infância?". Com o Top Gear na Discovery voltei a contactar com a publicidade do outro país da península. Os reclames são mesmo/continuam ridículos.
11.09.2011
Nietzsche não
É difícil confiar em pessoas que se rodeiam de fracos e oprimidos. Rodear-se socialmente de pessoas carentes começa invariavelmente por uma necessidade de admiração/adoração. "Admira o forte que não há em ti". Nada de Nietzsche nesta deambulação. Não condeno a fraqueza, nem a desprezo. Pensando no antagonista do pensamento do filósofo com nome difícil, percebemos que Jesus Cristo se rodeou de doze pessoas inteligentes, independentes e esclarecidas para depois poder cuidar dos necessitados. Seria fácil rodear-se de leprosos e cegos e por eles ser adorado.
Não há nada de errado em querer confrontar a fraqueza e ajudar outros a reconhecê-la, conquanto não nos aproveitemos disso para ludibriar as nossas próprias merdas. A moral devia comandar-nos mais.
Não há nada de errado em querer confrontar a fraqueza e ajudar outros a reconhecê-la, conquanto não nos aproveitemos disso para ludibriar as nossas próprias merdas. A moral devia comandar-nos mais.
11.07.2011
Compreensão não é admiração
Pode compreender-se o esforço por fazer a diferença, mas enfrentar que a maior parte das vezes essa vontade só nos afunda mais na mediocridade, pode servir como tónico de humildade.
11.03.2011
É difícil
Ultrapassar os preconceitos que muitas vezes trazemos acerca de nós. Enganamo-nos para os amolecer, enganamos para nos engrandecer. No fim, por algo que muito provavelmente nem sequer existe.
10.26.2011
Entendi bem?
Dois turistas foram feitos reféns no Paquistão, por Talibans? Dois turistas? Turismo no Paquistão? Epá... Vamos lá a ter cuidado nas escolhas exóticas.
10.18.2011
Inquietação
Depois de feita encomenda na rede estrangeira, recebo confirmação de que esta está a caminho.
A confirmação vem no e-mail com o número através do qual posso acompanhar o trajecto do objecto. Nada de novo a não ser a indicação na mensagem cibernética, do número: "pelos vistos o número de controlo é xxxxxxxx". Pelos vistos? "Olha pá, ao que parece atribuiram-te esta merda como númaro de controlo, agora desenrasca-te". É isto que eles queriam dizer, não era?
A confirmação vem no e-mail com o número através do qual posso acompanhar o trajecto do objecto. Nada de novo a não ser a indicação na mensagem cibernética, do número: "pelos vistos o número de controlo é xxxxxxxx". Pelos vistos? "Olha pá, ao que parece atribuiram-te esta merda como númaro de controlo, agora desenrasca-te". É isto que eles queriam dizer, não era?
10.11.2011
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